quarta-feira, 11 de novembro de 2015

13º deve injetar cerca de R$ 4,2 bi na economia cearense

Montante representa, aproximadamente 2,46% do total do Brasil, 15,46% da região Nordeste e fica em torno de 3,5% do PIB estadual

A economia cearense deverá receber, até o final de 2015, a título de 13° salário, cerca de R$ 4.270.396.233 bilhões, aproximadamente 2,46% do total do Brasil e 15,46% da região Nordeste. O montante representa em torno de 3,5% do PIB estadual.

O contingente de pessoas no estado que receberá o décimo terceiro foi estimado em 3.022.117 milhões, o correspondente a 3,588% do total que terá acesso ao benefício no Brasil. Em relação à região Nordeste, esse percentual é de 16,59%. Os empregados do mercado formal, celetistas ou estatutários, representam 17,14%, enquanto pensionistas e aposentados do INSS equivalem a 16,073%. O emprego doméstico com carteira assinada participa com 15,31% dentro da região.

Em relação aos valores que cada segmento receberá, nota-se a seguinte distribuição: os empregados formalizados ficam com 52,4 (R$2.857.567.093) e os beneficiários do INSS, com 47,66% (R$ 1.412.829.140).

No país, o pagamento do 13º salário deve injetar aproximadamente R$ 173 bi na economia até dezembro de 2015. O montante representa aproximadamente 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e perto de 84,4 mi de brasileiros serão beneficiados com um rendimento adicional, em média, de R$ 1.924.

Em comparação com 2014, quando o DIEESE estimou que cerca de R$ 158 bilhões entrariam na economia em consequência do pagamento do 13º, o valor apurado neste ano indica um crescimento da ordem de 9,9%.
O cálculo é baseado em dados da Relação Anual de Informações So
Resultado de imagem para 13ºciais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ambos do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Também foram  consideradas informações da Pesquisa Nacional por  Amostra  de  Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente a 2012, e informações do  Ministério  da Previdência e Assistência Social (MPAS) e da Secretaria Nacional do Tesouro (STN).

Dos  cerca  de  84,4  milhões  de  brasileiros  que  devem  ser  beneficiados  pelo pagamento  do  13º  salário,  aproximadamente  33,6  milhões,  ou  38,6%  do  total,  são aposentados  ou  pensionistas  da  Previdência  Social  (INSS). Os  empregados  formais (50,8 milhões de pessoas) correspondem a 60,2% do total. Entre estes, os empregados domésticos com carteira de trabalho assinada somam 1,916 milhões equivalendo a 2,3% do conjunto de beneficiários do abono natalino.

Além desses, aproximadamente 979 mil pessoas (ou 1,2% do total) referem-se aos aposentados e beneficiários de pensão da União (Regime Próprio). Há ainda um conjunto de pessoas constituído por aposentados e pensionistas dos estados e municípios (regime próprio) que vai receber o 13º e que não puderam ser quantificados.

Do  montante a ser pago a título de 13º, pouco  mais de  29,7% dos R$ 173 bilhões, ou seja, perto de R$ 51,5 bilhões, serão pagos aos aposentados e pensionistas. Considerando-se apenas os beneficiários do INSS, o quantitativo chega a 32,6 milhões de pessoas e um valor de R$ 32,7 bilhões. Outros R$ 121,7 bilhões, ou 70,3% do total, irão  para  os  empregados  formalizados; incluindo os  empregados  domésticos.  Aos aposentados e pensionistas da União, caberá o equivalente a R$ 8 bilhões (4,6%), aos aposentados e pensionistas dos Estados, R$ 8,6 bilhões (5,0%) eR$ 2,1 bilhões aos aposentados e pensionistas dos regimes próprios dos municípios.

O número de pessoas que receberá o 13º salário em 2015 é aproxi
madamente 0,3%  inferior  ao  calculado  em 2014,  em  grande  parte  pela  redução  do  estoque  de empregos no setor formal. Por outro lado, estima-se que cerca de 900  mil pessoas passarão a receber o benefício, por terem requerido aposentadoria ou pensão pelo INSS.

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