sexta-feira, 4 de abril de 2014

Cid Gomes passa mal em evento após dia de tensão política

Encontro de governador com pré-candidatos do PROS para definir sucessão teve de ser cancelado

Naquele que pode ter sido seu último ato como governador no Interior do Ceará, caso decida renunciar hoje, Cid Gomes (Pros) passou mal em cima do palanque em Limoeiro do Norte, a 194 km da Capital. Após receber o primeiro atendimento no local, ele seguiu de helicóptero para o Hospital Geral de Fortaleza. O primeiro diagnóstico indicava que ele estava desidratado e com pressão alta. Sobre o palanque, ele estava bastante suado.

O episódio ocorreu em momento de tensão e expectativa em torno da possibilidade de Cid renunciar para permitir a candidatura de seu irmão Ciro Gomes (Pros), ao Senado. O dia foi repleto de reuniões, conversas de bastidores, especulações e muita pressão.

O encontro que haveria na noite de ontem entre o governador, Ciro, o vice-governador Domingos Filho, os deputados Zezinho Albuquerque, Mauro Filho e o ex-ministro Leônidas Cristino foi cancelado. Todas as definições ficaram para hoje.

Protesto e tontura
Cid passou mal enquanto discursava na inauguração da Policlínica Regional em Limoeiro. Antes de começar a falar, professores e estudantes da Universidade Estadual do Ceará (Uece) faziam manifestação e gritavam palavras de ordem. O governador, então, perguntou se algum deles desejava fazer uso da palavra. Subiu ao palco a professora Bernadete Freitas, do Curso de Geografia.

Ela reclamou dos salários e do alegado não cumprimento de acordos firmados ao fim da greve da categoria. Quando terminou de falar, Cid começou seu discurso tratando de saúde. Em seguida, respondeu aos ativistas. “Não se faz um país sem educação. Educação no trato, no respeito a opiniões diferentes”.

Em determinado momento, o governador ficou tonto. Tomou água, tentou continuar o discurso e se abaixou. Foi cercado por correligionários e tentou continuar novamente. Logo desistiu. Deu boa noite e seguiu direto para uma ambulância do Samu, onde recebeu os primeiros socorros. De lá, seguiu de helicóptero para Fortaleza.

Guilherme Leicam comenta boatos de romance com Bruna Marquezine

Guilherme Leicam comenta boatos de romance com Bruna Marquezine - Ag.NewsAtor está em estúdio gravando seu primeiro CD


Depois de interpretar Laerte na novela Em Família, Guilherme Leicam já se dedica a dois novos trabalhos. O ator grava, há cerca de 20 dias, seu primeiro CD e se prepara para a novela das 19h, Búu, sucessora de Geração Brasil.
“Serão sete músicas no disco. Algumas de minha autoria, outras encomendadas a compositores que respeito, além de uma regravação, em estilo muito diferente, de um sucesso já bem conhecido do público”, adianta ele em entrevista à colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo.
O ator conta que quem deu o pontapé para que ele decidisse entrar no estúdio foi o diretor de Em Família, Jayme Monjardim.
“Minha relação com a música é antiga. Tenho desenvolvido um trabalho paralelo à carreira de ator. O aval do Jayme serviu como um aviso de que já era hora de dividir esse meu outro lado com o público. Foi como se a vida me dissesse: 'Ok, cara, você já está maduro e pode botar a cara a tapa'. Ele me fez perder o medo de que as pessoas pensassem que eu estava fazendo isso para me aproveitar da fama obtida na televisão”.
Leicam, que gravou a segunda fase da novela de Manoel Carlos como par de Bruna Marquezine, comentou ainda os boatos de um romance com a atriz.
“Lido com isso com bastante tranquilidade, sei que é inerente à vida de um profissional que trabalha na televisão. É natural que o público, as fãs e a imprensa tenham curiosidade pelo que acontece comigo. Não vou ser hipócrita de dizer que isso não tem um lado um pouco chato. Sou um cara muito realizado como ator, a felicidade que essa profissão me proporciona é muito maior do que qualquer pequeno incômodo. Gosto muito de uma frase que diz assim: 'Quem não sabe brincar não desce para o play"'.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Comissão do Senado aprova fim das doações de empresas para campanhas

22062011WD9472BAs empresas podem ser proibidas de fazer doações em dinheiro ou pagar publicidade de  candidatos e partidos políticos, conforme proposta aprovada nesta quarta-feira (2) pela de Comissão de Constituição e Justiça do Senado. A proibição faz parte de um substitutivo do senador Roberto Requião (PMDB-PR) a um projeto de lei da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Para virar lei precisa passar por um turno suplementar de votação na CCJ e depois, como tem caráter terminativo, se não houver recurso para votação pelo plenário do Senado, vai à Câmara dos Deputados.
Como as eleições são processos com participação direta exclusiva dos eleitores – pessoa jurídica não tem direito a voto -, o relator a proposta, Roberto Requião, decidiu pela proibição de toda e qualquer contribuição financeira de empresas a partidos e candidatos. “Na medida em que uma regra de financiamento permite doações na proporção da propriedade de cada eleitor, o poder econômico tende a colonizar o poder político e a fazer desaparecer a possibilidade de contraponto entre um e outro”, explicou.
O projeto da senadora pretendia proibir a oferta de dinheiro por empresas com dirigentes condenados em instância final da Justiça por corrupção ativa. A intenção era estender aos doadores de campanha, sejam pessoas físicas ou jurídicas, as limitações impostas aos candidatos pela Lei da Ficha Limpa. Por isso, a proposta aplicava os mesmos critérios de elegibilidade definidos na Lei da Ficha Limpa para classificação de cidadãos e empresas legalmente aptos a financiar campanhas eleitorais.
Requião considerou desnecessária a exclusão de doadores ficha suja entre as restrições a doações de pessoas físicas. A Lei das Eleições limita as doações de cidadãos para campanhas a 10% do valor dos rendimentos brutos do ano anterior. “Considero a regra aceitável no caso das pessoas físicas, cujas diferenças de rendimento não são, normalmente, tão grandes quanto as diferenças nos faturamentos das empresas”, defendeu o senador.
Contrário ao texto, o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) condenou a mudança no financiamento de campanha desvinculada de alterações em todo o sistema eleitoral. Ele  lembrou que, apesar de haver a proibição de doações de pessoas jurídicas durante toda a ditadura militar e até 1993, durante o regime democrático, as doações continuram acontecendo “por baixo do pano”. Segundo Aloysio Nunes, a proibição acabou por recomendação da CPI do PC Farias, em 1993, para permitir que o financiamento de campanhas por pessoas jurídicas passasse a ser feito “à luz do dia”.

Servidores do município de Ibiapina aderem greve

Paço de IbiapinaOs servidores da cidade de Ibiapina, na Serra da Ibiapaba, decidiram aderir greve, após tentativas frustradas de negociações com a Prefeitura. Nesta quinta-feira (03/04), a categoria se reunirá em frente ao Paço Municipal para realizar uma caminhada para cobrar melhores condições de trabalho.

Entre as reivindicações, os servidores pedem reajuste salarial. A prefeita Marta Angela afirmou que irá ouvir os grevistas.

Gaby Fontenelle será capa da "Playboy" no mês de abril


Gaby Fontenelle, bailarina que participou do programa “O Melhor do Brasil”, será capa da “Playboy” do mês de abril. A gata posou para as lentes do fotógrafo Ricardo Corrêa e o comentário é de que o resultado ficou bem picante. A revista chegar às bancas na próxima terça-feira (8). 

Cid discute a sua saída do Governo

Image-0-Artigo-1581188-1A posição adotada pelo vice-governador adiou o anúncio da renúncia do governador, discutida ontem à tarde


Em Limoeiro do Norte, hoje à noite, o governador Cid Gomes e o secretário de Saúde, Ciro Gomes, poderiam dizer se ficam ou saem do Governo para efeito de desincompatibilização, se conclusiva tivesse sido a longa conversa acontecida ontem, entre eles e os pretensos candidatos ao Governo pelo PROS. Hoje à noite haverá uma nova rodada de conversação, podendo a discussão acontecer até a sexta-feira.
A disposição de Cid é de sair, embora a candidatura de Ciro ao Senado não seja anunciada de imediato, assim como a de governador, tudo ficando para o fim do mês de maio ou mesmo nos dias que antecederem a convenção do partido, em junho.
Se for renunciar, o governador terá que fazer a comunicação oficial à Assembleia, até o fim da tarde de amanhã, para que o presidente do Poder Legislativo declare a vacância do cargo e, no sábado, dia 5, todos estejam, realmente, desimpedidos à luz da Justiça Eleitoral.
Ontem, o governador Cid Gomes cancelou sua agenda oficial, no início da tarde, para um encontro com Ciro Gomes, no Palácio da Abolição, a pedido de Ciro, logo depois do meio dia. Não era um despacho entre governador e secretário de Saúde, cargo que este ocupa no Governo, razão de ter causado surpresa a auxiliares mais próximo do governador a inesperada reunião.
Vice
Como o Diário do Nordeste noticiou, no domingo, dia 23 de março, Cid anunciou que se desincompatibilizaria, na próxima sexta-feira, se Ciro, seu irmão, decidisse disputar a vaga de senador, nas eleições deste ano.
Depois de pouco mais de uma hora de conversa entre os dois, foram chamados ao gabinete do governador o presidente da Assembleia, deputado José Albuquerque, o vice-governador Domingos Filho, o deputado estadual Mauro Filho e o ex-ministro Leônidas Cristino, todos relacionados como pré-candidatos ao Governo pelo PROS.
Leônidas, por sinal, já era considerado fora do páreo na disputa de cargo majoritário tanto que o próprio governador estava tratando de consolidar alguns colégios eleitorais para garantir a sua eleição de deputado federal. A rodada de conversa deles só foi desfeita pouco depois das 16 horas, sem conclusão, daí ficou marcado uma nova rodada de conversação para esta noite, quando todos voltarem do evento de Limoeiro do Norte.
Todos evitaram contatos com a imprensa após o encontro da tarde de ontem, mas surgiram comentários de que a decisão do vice-governador de ficar no Governo, mesmo para somente concluir o mandato, foi a razão de ter sido adiada a decisão de renúncia do governador.
Embora Ciro insista em dizer não estar interessado em disputar mandato no pleito de outubro próximo, aumentaram, nas últimas horas, as pressões de amigos e familiares, no sentido de que ele vá pleitear a vaga de senador para, além de continuar participando da política nacional, facilitar a disputa sucessória estadual.
Como secretário, para poder ficar à disposição do partido e ter o seu nome homologado na convenção, ele terá que deixar o cargo até o fim da tarde de amanhã, além, também, da saída do governador do cargo, na mesma oportunidade.
Cid Gomes, no Governo, segundo a legislação eleitoral, torna inelegível todos os seus parentes, até o terceiro grau, para a disputa de qualquer cargo eletivo. Só o irmão Ivo Gomes, atualmente deputado estadual, licenciado para ser secretario de Educação de Fortaleza, pode ser candidato à reeleição. Ivo não pode disputar qualquer outro cargo, por impedimento da legislação.
Pretensos
Ontem, no fim do dia, a assessoria do Palácio da Abolição estava convidando jornalistas para participarem de uma inauguração, no início da noite de hoje, no Município de Limoeiro do Norte, fazendo crer que lá o governador e o seu secretário de Saúde poderiam anunciar se ficam ou saem do governo, para efeito de desincompatibilização.
O governador convocou a todos os pretensos candidatos a participarem do evento em Limoeiro do Norte e, na volta retomarem a conversa iniciada ontem sobre sua renúncia, agora, segundo informações extraoficiais, dependendo da posição a ser tomada pelo vice-governador Domingos Filho.
Se o governador renunciar ao mandato ele terá que encaminhar a carta-renúncia para a Assembleia até o fim do expediente de amanhã. Só depois de conhecida a renúncia pelo Legislativo é que o presidente da Assembleia declarará a vacância, abrindo-se aí o espaço da sucessão que começa com o vice-governador, o presidente da Assembleia, e o presidente do Tribunal de Justiça. A este cabe o dever de convocar a eleição, pela Assembleia, no prazo de 90 dias, do governador que concluirá o mandato dos renunciantes.
No fim da tarde de ontem, no Palácio da Abolição, embora nenhum dos assessores tivessem mais informações a dar sobre as reuniões definidoras do quadro, a sensação que passavam era a de que Cid Gomes realmente estaria deixando o Governo do Estado para permitir que o seu irmão seja candidato ao Senado. Segundo ainda, especulavam, o governador só tratará do assunto com os dirigentes dos demais partidos aliados após acertar dentro do PROS.

Leandro Hassum pede guarda-roupa de André Marques e diz que apresentador 'traiu os gordos'

O humorista brincou com o novo apresentador do 'Superstar' durante a festa do 'Vem Aí'

Leandro Hassum não poupou brincadeiras com o 'novo magro' André Marques durante a festa de lançamento da nova programação da Globo na noite de quarta-feira, 2.
O humorista pediu as roupas que o novo apresentador do Superstar usava antes de passar por uma cirurgia bariátrica, que o fez perder cerca de 53kg. "Você não quer me doar o seu guarda-roupas antigo? Você abandonou o grupo dos gordos, que é sempre tão unido", disse Hassum arrancando risos da plateia.
André levou na brincadeira e disse que iria providenciar a mudança das roupas de sua casa em Niterói para Hassum. "Você é lá da minha área também. Passa lá em casa e pega as roupas com a minha mãe", respondeu Marques.
Hassum descartou, ainda, participar da nova edição do Medida Certa por não concordar em mostrar a sunga após um banho de piscina -- fazendo referência ao cantor César Menotti, que surgiu em trajes de banho na última edição do reality do Fantástico.
Durante a apresentação do Vem Aí ao lado de Marcelo Adnet, o humorista também brincou com a roupa branca que estava usando, dizendo que era "terrível para os gordos".